ORMUS PARA INICIANTE - SAÚDE EQUILIBRADA
ORMUS PARA INICIANTE
Como iniciar fazer ormus com BARRILHA
VAMOS INICIAR COM APENAS 1 LITRO D’AGUA (para evitar perda de material caso não acerte)
1 – Numa vasilha (panela) coloque meio litro d’agua e 8 colheres de sopa de SAL GROSSO bem cheia (um bom sal é o sal rosa do himalaia, caso não tenha um bom sal marinho), deixe esquentar bem, até iniciar a ferver, e vá mexendo até dissolver bem o sal.
2 – Ao mesmo tempo, em outra vasilha (melhor frigideira) coloque 1 colher de sopa de BARRILHA (barrilha é a mesma coisa que carbonato, ou carbonato de sódio), em fogo médio (pode ser também fogo alto) e deixe esquentar até ficar bem quente, sacodindo um pouco a vasilha sobre o fogo, ao mesmo tempo mexendo com uma colher para a temperatura ficar uniforme. O método usando a barrilha bem quente faz que a ormus se precipite com mais eficiência, em maior quantidade. Por precaução, para evitar prejuízo à saúde, bom usar máscara para evitar inalar o pó. Usando assim pouca barrilha, porém quente, a precipitação do ormus ficará boa e ainda evitará que fique o sabor muito forte ao final.
Ao esquentar a BARRILHA não faça como faz com o bicarbonato de sódio, passando-o ao fogo por vários minutos, uma vez que a barrilha já é o carbonato de sódio originalmente preparado, pronto para a fazer a precipitação do ormus. Esquentar a barrilha bem quente apenas facilita que haja a boa precipitação do ormus, mas há quem recomende também a utilização da barrilha fria, em estado natural ou normal, porém esse método não rende tanto quanto se usa-la quente.
OBSERVAÇÃO: querendo melhorar a condição para precipitar o ormus pode acrescentar um pouquinho de magnésio, na forma de cloreto de magnésio, como não existe uma medida padrão indicada para o caso, para a medida acima de água e sal pode utilizar uma colherinha de chá de cloreto de magnésio. Porém decorrente de observação minuciosa de pessoas que já tem se aprofundado no estudo do ormus, tem constatado que o magnésio captador do ormus na precipitação é o exclusivo do sal; o magnésio acrescentado em separado apenas vai aumentar o volume de massa, mas não aumenta o número de elementos ormus, que é o que importa.
3 – Na sequência coar a água com o sal dissolvido, fervido ou bem quente, usando coador de café (recomendado o de papel). E para ter a segurança de que fiquem retidas todas as impurezas bom utilizar 2 ou 3 coadores de papel ao mesmo tempo, sobrepostos um ao outro. E se ao final a água ficar difícil de passar no coador, pegue o coador com a ponta dos dedos e com uma colher na outra mão aperte-o lentamente, ou apenas suspenda um pouco e faça pequenos movimentos, para coar mais rápido ao final, e como são 2 ou 3 coadores fica também mais seguro para não se romperem.
4 – em seguida, COM A AGUA AINDA QUENTE, na vasilha de vidro para a produção de ORMUS, coloque toda a BARRILHA quente e mexa bastante.
OBS.: O BARRILHA deve estar bem quente para ter um bom rendimento. Ela quente diminui também a possibilidade de não dar certo a precipitação de ormus. A água também ainda deve estar quente, não precisando, portanto, aguardar a água esfriar. Pode proceder na sequência cada processo, sem interrupção e sem pressa. As moléculas da água estando quente, bem como a BARRILHA, favorecem uma maior precipitação de ORMUS.
Pronto, seu ORMUS vai se precipitar de maneira espetacular, com muita beleza.
Faça-o com amor e confiança, pois não resta dúvida que o ormus registra a energia ao seu redor, bem como a energia com que ele é manipulado.
Caso queira produzir ormus utilizando 2 litro d’gua é só dobrar a quantidade dos outros ingredientes, e assim por diante, tendo em vista esta não ser a forma única para manipular o ormus, ser apenas a mais simples, a mais difícil de não dar certo e que gera melhor rendimento.
A experiência, contudo, vai deixando cada um seguro e confiante em alterar os ingredientes da
fórmula ou a fazer de outra maneira, sem maiores problemas, pois cada um pode, com a
criatividade e guiado à luz da intuição, encontrar outras formas e possibilidades de fazer ormus.
Contudo, com essa formula o PH não se alterará muito, ficando mais seguro no caso de não se
ter no momento um medidor de PH, pois o PH do ormus não pode passar de 10.78, senão gera
elementos maléficos à saúde.
COMO PROCEDER A LAVAGEM DO ORMUS:
1 – Para a primeira lavagem aguarde umas 6 horas ou mais, recomenda-se até 24 horas, para o
ORMUS decantar ou repousar muito bem no fundo da vasilha, daí também fica fácil derramar
lentamente a água límpida, cristalina, formada acima do precipitado, inclinando firme e
lentamente a vasilha. O tempo deve ser observado intuitivamente, pois depende da
consistência como as partículas do ormus tenham se agregado, se mais firme ou mais sutil; se
tiverem ficado mais firme vai perder menos ormus nas lavagens, se mais sutil ou mais leve deve
demorar mais entre as lavagens, pois certamente terá a possibilidade de perder mais ormus em
cada lavagem.
Feito a primeira lavagem coloque uma nova água pura (ou filtrada) no frasco com o ormus, e
siga lavando seu ormus usando sempre a mesma medida de água usada inicialmente para
precipitá-lo, e mexendo sempre muito bem, e aguarde novamente por um tempo até o ORMUS
repousar novamente no fundo da vasilha (agora a lavagem pode ser feita em menor espaço de
tempo, conforme ocorra a boa decantação e a segurança que a sua intuição lhe der), e novamente derrame a água limpa formada da decantação. Repita o procedimento por 3, 5 ou mais vezes. Recomenda-se até 10 vezes, dependendo também dos produtos utilizados para fazer o ormus e da quantidade de precipitado e de água na vasilha. IMPORTANTE: se for consumir logo o ormus feito, não tem problema quanto ao prazo de
validade, podendo o mesmo ser lavado até acabar totalmente o sabor do sal, porém, se for para consumo mais demorado, ele irá conservar melhor ficando um sabor leve do sal, isso, no
entanto, fica a critério de cada um, pois há a necessidade que se tenha cuidado, uma vez que SAL AUMENTA A PRESSÃO ARTERIAL, todavia talvez o sal rosa do Himalaia seja mais confiável para isso, pois de acordo com as boas orientações ele tem 60% menos sódio, sendo, por isso, menos prejudicial a quem tenha problema de pressão alta ou a predisposição a tê-la. Ainda,
para aumentar a validade do oumus, também pode ser acrescentada a ele já pronto um pouco de sal dissolvido em água, nesse caso melhor que possa fazer com a água da última lavagem.
RECOMENDAÇÃO DE USO: 10 a 15 gotas 3 vezes ao dia, podendo adicionar na água ou suco. Essa recomendação é para um ormus mais concentrado, quando ao final você retirar toda agua limpa formada acima do concentrado; se acaso você deixar o ormus com bastante água da última lavagem, nada impede que aumente um a quantidade a ser ingerida.
As informações e os métodos aqui descritos para manipular o produto ormus decorreram de meticulosos experimentos, estudo e observação. Certo que a partir da experiência e da segurança obtida, cada um pode alterar e experimentar diferentes maneiras de manipular esse tão magnífico produto que é o ormus, o qual considero inigualável no momento pelo qual passamos no planeta terra.
Método de Extração de Ormus via Carbonato de Sódio.
Materiais:
Sal marinho integral (sem aditivos), água pura (água destilada ou desmineralizada, água de poço, água da segunda chuva, coletar longe de regiões industriais, água mineral, água de orvalho/sereno), carbonato de sódio 97%/Barrilha ou bicarbonato de sódio.
Utensílios:
Um recipiente de vidro ou plástico de até dois litros de boca larga, colher de plástico ou silicone não reativos, um coador de café de preferência incolor de papel ou de pano, um funil, papel alumínio, aferidor de PH digital ou de papel. Não use utensílios de metais ou que desprenda partículas.
Observação número 1:
Não se usa o bicarbonato de sódio para precipitar os elementos ormus. Em caso de não conseguir o carbonato 97%/barrilha, você poderá criar um carbonato através do Bicarbonato. Como fazer? Leve meia xícara de bicarbonato ao fogo brando em uma panela que não solte partículas. Aqueça mexendo o bicarbonato até toda sua água evaporar e se tornar um pó ultrafino e solto, reserve e guarde, há procedimentos no youtube que você pode verificar.
Observação número 2:
Se utilizar a água do mar coletada em local apropriado, ou seja, água do mar não contaminada, água do mar coletada ao longe de residências e industrias, ao longe da orla e numa profundidade
mínima, VÁ PARA O ATO 02, APENAS FERVA A ÁGUA
COLETADA E COE NUM FILTRO DE PAPEL OU PANO.
Ato 01. Preparo do Precipitado:
Água do mar reconstituída: Em dois litros de água destilada
ou pura, adicione até 300 gramas de sal triturado e mexa
vigorosamente até a saturação. Adicione sal até saturar às
partículas da água, de modo que se verifique um pouco do sal ao
fundo do recipiente, isso quer dizer que você saturou a água e às
partículas de água não comportam às moléculas de sal.
Após o procedimento acima, você deverá coar a água
salinizada com um filtro de papel ou pano. Se usar um filtro de
papel, o mergulhe em água pura para uma coação breve. Após a
coação adicione a água salinizada/água do mar reconstituída ao
recipiente de vidro ou plástico e reserve.
Ato 02. Preparo da dissolução do carbonato:
Solução caustica/alcalino. Em um copo ou outro recipiente
pequeno adicione água fria e pura pela metade e dilua 3 colheres de
chá de carbonato, mexer vigorosamente até diluir o carbonato
completamente, certifique-se de que o carbonato está
completamente dissolvido.
Ato 03. Precipitando os Elementos:
Logo após a dissolução do carbonato, adicione o carbonato
diluído na água do mar ou água do mar reconstituída ou água
salinizada e mexa vigorosamente por 5 minutos no recipiente.
Em tese o carbonato não passa do PH 10 que é um nível
seguro, todavia, você pode aferir o ph com um medidor de papel ou
digital.
Após o procedimento acima, se precipitará uma nuvem
branca no qual contém Carbonatos de magnésio, cálcio e outros
traços de minerais e uma quantidade de elementos ormus.
Envolva o papel alumínio no recipiente completamente e
reserve-o num ambiente escuro longe de radiações naturais e
artificiais por 24 horas.
Ato 04. Lavando o Precipitado:
Após os procedimentos acima você terá em seu recipiente um
creme branco ou avermelhado se usar sal rosa ou de outra cor. Esse
creme é um precipitado inorgânico que contém traços dos minerais
que permeia o sal e alguma quantidade dos elementos ormus, e,
acima do creme terá a água com o carbonato diluído, pois é uma
substancia orgânica.
Com o auxílio de uma seringa de 60 mililitros ou com uma
mangueira fina retire a água por cima do creme, sem tocar no
precipitado e a descarte.
Após, complete o recipiente com água pura e mexa
vigorosamente por aproximadamente 5 minutos. Envolva o vidro
com o papel alumínio e reserve no escuro até o precipitado se
assentar ao fundo do recipiente, ...
REPITA ESSE PROCEDIMENTO DE 3 A 5 VEZES OU ATÉ A ÁGUA POR CIMA DO PRECIPITADO
ESTIVER TRANSLUCIDA.
Na penúltima lavagem use 3 gotas de vinagre branco e
sempre mexa vigorosamente por 5 minutos em todos os
procedimentos de lavagem. Após a última lavagem, você terá seu
precipitado contendo ormus aguado.
Você pode retirar pouco da água coando num filtro de papel
incolor ou esquentando em banho maria com o fogo bem brando se
quiser um creme consistente.
Armazenamento:
Você deve armazenar seu creme em vidros escuros em local
também escuro, longe de contato da luz do sol ou radiações
artificiais. Caso não consiga um recipiente escuro, envolva qualquer
outro recipiente em papel alumínio. Você também pode guardar o
recipiente involucrado com papel alumínio numa lata de metal, como
essas de leite em pó, por exemplo.
Como iniciar fazer ormus com BARRILHA
VAMOS INICIAR COM APENAS 1 LITRO D’AGUA (para evitar perda de material caso não acerte)
1 – Numa vasilha (panela) coloque meio litro d’agua e 8 colheres de sopa de SAL GROSSO bem cheia (um bom sal é o sal rosa do himalaia, caso não tenha um bom sal marinho), deixe esquentar bem, até iniciar a ferver, e vá mexendo até dissolver bem o sal.
2 – Ao mesmo tempo, em outra vasilha (melhor frigideira) coloque 1 colher de sopa de BARRILHA (barrilha é a mesma coisa que carbonato, ou carbonato de sódio), em fogo médio (pode ser também fogo alto) e deixe esquentar até ficar bem quente, sacodindo um pouco a vasilha sobre o fogo, ao mesmo tempo mexendo com uma colher para a temperatura ficar uniforme. O método usando a barrilha bem quente faz que a ormus se precipite com mais eficiência, em maior quantidade. Por precaução, para evitar prejuízo à saúde, bom usar máscara para evitar inalar o pó. Usando assim pouca barrilha, porém quente, a precipitação do ormus ficará boa e ainda evitará que fique o sabor muito forte ao final.
Ao esquentar a BARRILHA não faça como faz com o bicarbonato de sódio, passando-o ao fogo por vários minutos, uma vez que a barrilha já é o carbonato de sódio originalmente preparado, pronto para a fazer a precipitação do ormus. Esquentar a barrilha bem quente apenas facilita que haja a boa precipitação do ormus, mas há quem recomende também a utilização da barrilha fria, em estado natural ou normal, porém esse método não rende tanto quanto se usa-la quente.
OBSERVAÇÃO: querendo melhorar a condição para precipitar o ormus pode acrescentar um pouquinho de magnésio, na forma de cloreto de magnésio, como não existe uma medida padrão indicada para o caso, para a medida acima de água e sal pode utilizar uma colherinha de chá de cloreto de magnésio. Porém decorrente de observação minuciosa de pessoas que já tem se aprofundado no estudo do ormus, tem constatado que o magnésio captador do ormus na precipitação é o exclusivo do sal; o magnésio acrescentado em separado apenas vai aumentar o volume de massa, mas não aumenta o número de elementos ormus, que é o que importa.
3 – Na sequência coar a água com o sal dissolvido, fervido ou bem quente, usando coador de café (recomendado o de papel). E para ter a segurança de que fiquem retidas todas as impurezas bom utilizar 2 ou 3 coadores de papel ao mesmo tempo, sobrepostos um ao outro. E se ao final a água ficar difícil de passar no coador, pegue o coador com a ponta dos dedos e com uma colher na outra mão aperte-o lentamente, ou apenas suspenda um pouco e faça pequenos movimentos, para coar mais rápido ao final, e como são 2 ou 3 coadores fica também mais seguro para não se romperem.
4 – em seguida, COM A AGUA AINDA QUENTE, na vasilha de vidro para a produção de ORMUS, coloque toda a BARRILHA quente e mexa bastante.
OBS.: O BARRILHA deve estar bem quente para ter um bom rendimento. Ela quente diminui também a possibilidade de não dar certo a precipitação de ormus. A água também ainda deve estar quente, não precisando, portanto, aguardar a água esfriar. Pode proceder na sequência cada processo, sem interrupção e sem pressa. As moléculas da água estando quente, bem como a BARRILHA, favorecem uma maior precipitação de ORMUS.
Pronto, seu ORMUS vai se precipitar de maneira espetacular, com muita beleza.
Faça-o com amor e confiança, pois não resta dúvida que o ormus registra a energia ao seu redor, bem como a energia com que ele é manipulado.
Caso queira produzir ormus utilizando 2 litro d’gua é só dobrar a quantidade dos outros ingredientes, e assim por diante, tendo em vista esta não ser a forma única para manipular o ormus, ser apenas a mais simples, a mais difícil de não dar certo e que gera melhor rendimento.
A experiência, contudo, vai deixando cada um seguro e confiante em alterar os ingredientes da
fórmula ou a fazer de outra maneira, sem maiores problemas, pois cada um pode, com a
criatividade e guiado à luz da intuição, encontrar outras formas e possibilidades de fazer ormus.
Contudo, com essa formula o PH não se alterará muito, ficando mais seguro no caso de não se
ter no momento um medidor de PH, pois o PH do ormus não pode passar de 10.78, senão gera
elementos maléficos à saúde.
COMO PROCEDER A LAVAGEM DO ORMUS:
1 – Para a primeira lavagem aguarde umas 6 horas ou mais, recomenda-se até 24 horas, para o
ORMUS decantar ou repousar muito bem no fundo da vasilha, daí também fica fácil derramar
lentamente a água límpida, cristalina, formada acima do precipitado, inclinando firme e
lentamente a vasilha. O tempo deve ser observado intuitivamente, pois depende da
consistência como as partículas do ormus tenham se agregado, se mais firme ou mais sutil; se
tiverem ficado mais firme vai perder menos ormus nas lavagens, se mais sutil ou mais leve deve
demorar mais entre as lavagens, pois certamente terá a possibilidade de perder mais ormus em
cada lavagem.
Feito a primeira lavagem coloque uma nova água pura (ou filtrada) no frasco com o ormus, e
siga lavando seu ormus usando sempre a mesma medida de água usada inicialmente para
precipitá-lo, e mexendo sempre muito bem, e aguarde novamente por um tempo até o ORMUS
repousar novamente no fundo da vasilha (agora a lavagem pode ser feita em menor espaço de
tempo, conforme ocorra a boa decantação e a segurança que a sua intuição lhe der), e novamente derrame a água limpa formada da decantação. Repita o procedimento por 3, 5 ou mais vezes. Recomenda-se até 10 vezes, dependendo também dos produtos utilizados para fazer o ormus e da quantidade de precipitado e de água na vasilha. IMPORTANTE: se for consumir logo o ormus feito, não tem problema quanto ao prazo de
validade, podendo o mesmo ser lavado até acabar totalmente o sabor do sal, porém, se for para consumo mais demorado, ele irá conservar melhor ficando um sabor leve do sal, isso, no
entanto, fica a critério de cada um, pois há a necessidade que se tenha cuidado, uma vez que SAL AUMENTA A PRESSÃO ARTERIAL, todavia talvez o sal rosa do Himalaia seja mais confiável para isso, pois de acordo com as boas orientações ele tem 60% menos sódio, sendo, por isso, menos prejudicial a quem tenha problema de pressão alta ou a predisposição a tê-la. Ainda,
para aumentar a validade do oumus, também pode ser acrescentada a ele já pronto um pouco de sal dissolvido em água, nesse caso melhor que possa fazer com a água da última lavagem.
RECOMENDAÇÃO DE USO: 10 a 15 gotas 3 vezes ao dia, podendo adicionar na água ou suco. Essa recomendação é para um ormus mais concentrado, quando ao final você retirar toda agua limpa formada acima do concentrado; se acaso você deixar o ormus com bastante água da última lavagem, nada impede que aumente um a quantidade a ser ingerida.
As informações e os métodos aqui descritos para manipular o produto ormus decorreram de meticulosos experimentos, estudo e observação. Certo que a partir da experiência e da segurança obtida, cada um pode alterar e experimentar diferentes maneiras de manipular esse tão magnífico produto que é o ormus, o qual considero inigualável no momento pelo qual passamos no planeta terra.
Materiais:
Sal marinho integral (sem aditivos), água pura (água destilada ou desmineralizada, água de poço, água da segunda chuva, coletar longe de regiões industriais, água mineral, água de orvalho/sereno), carbonato de sódio 97%/Barrilha ou bicarbonato de sódio.
Utensílios:
Um recipiente de vidro ou plástico de até dois litros de boca larga, colher de plástico ou silicone não reativos, um coador de café de preferência incolor de papel ou de pano, um funil, papel alumínio, aferidor de PH digital ou de papel. Não use utensílios de metais ou que desprenda partículas.
Observação número 1:
Não se usa o bicarbonato de sódio para precipitar os elementos ormus. Em caso de não conseguir o carbonato 97%/barrilha, você poderá criar um carbonato através do Bicarbonato. Como fazer? Leve meia xícara de bicarbonato ao fogo brando em uma panela que não solte partículas. Aqueça mexendo o bicarbonato até toda sua água evaporar e se tornar um pó ultrafino e solto, reserve e guarde, há procedimentos no youtube que você pode verificar.
Observação número 2:
Se utilizar a água do mar coletada em local apropriado, ou seja, água do mar não contaminada, água do mar coletada ao longe de residências e industrias, ao longe da orla e numa profundidade
mínima, VÁ PARA O ATO 02, APENAS FERVA A ÁGUA
COLETADA E COE NUM FILTRO DE PAPEL OU PANO.
Ato 01. Preparo do Precipitado:
Água do mar reconstituída: Em dois litros de água destilada
ou pura, adicione até 300 gramas de sal triturado e mexa
vigorosamente até a saturação. Adicione sal até saturar às
partículas da água, de modo que se verifique um pouco do sal ao
fundo do recipiente, isso quer dizer que você saturou a água e às
partículas de água não comportam às moléculas de sal.
Após o procedimento acima, você deverá coar a água
salinizada com um filtro de papel ou pano. Se usar um filtro de
papel, o mergulhe em água pura para uma coação breve. Após a
coação adicione a água salinizada/água do mar reconstituída ao
recipiente de vidro ou plástico e reserve.
Ato 02. Preparo da dissolução do carbonato:
Solução caustica/alcalino. Em um copo ou outro recipiente
pequeno adicione água fria e pura pela metade e dilua 3 colheres de
chá de carbonato, mexer vigorosamente até diluir o carbonato
completamente, certifique-se de que o carbonato está
completamente dissolvido.
Ato 03. Precipitando os Elementos:
Logo após a dissolução do carbonato, adicione o carbonato
diluído na água do mar ou água do mar reconstituída ou água
salinizada e mexa vigorosamente por 5 minutos no recipiente.
Em tese o carbonato não passa do PH 10 que é um nível
seguro, todavia, você pode aferir o ph com um medidor de papel ou
digital.
Após o procedimento acima, se precipitará uma nuvem
branca no qual contém Carbonatos de magnésio, cálcio e outros
traços de minerais e uma quantidade de elementos ormus.
Envolva o papel alumínio no recipiente completamente e
reserve-o num ambiente escuro longe de radiações naturais e
artificiais por 24 horas.
Ato 04. Lavando o Precipitado:
Após os procedimentos acima você terá em seu recipiente um
creme branco ou avermelhado se usar sal rosa ou de outra cor. Esse
creme é um precipitado inorgânico que contém traços dos minerais
que permeia o sal e alguma quantidade dos elementos ormus, e,
acima do creme terá a água com o carbonato diluído, pois é uma
substancia orgânica.
Com o auxílio de uma seringa de 60 mililitros ou com uma
mangueira fina retire a água por cima do creme, sem tocar no
precipitado e a descarte.
Após, complete o recipiente com água pura e mexa
vigorosamente por aproximadamente 5 minutos. Envolva o vidro
com o papel alumínio e reserve no escuro até o precipitado se
assentar ao fundo do recipiente, ...
REPITA ESSE PROCEDIMENTO DE 3 A 5 VEZES OU ATÉ A ÁGUA POR CIMA DO PRECIPITADO
ESTIVER TRANSLUCIDA.
Na penúltima lavagem use 3 gotas de vinagre branco e
sempre mexa vigorosamente por 5 minutos em todos os
procedimentos de lavagem. Após a última lavagem, você terá seu
precipitado contendo ormus aguado.
Você pode retirar pouco da água coando num filtro de papel
incolor ou esquentando em banho maria com o fogo bem brando se
quiser um creme consistente.
Armazenamento:
Você deve armazenar seu creme em vidros escuros em local
também escuro, longe de contato da luz do sol ou radiações
artificiais. Caso não consiga um recipiente escuro, envolva qualquer
outro recipiente em papel alumínio. Você também pode guardar o
recipiente involucrado com papel alumínio numa lata de metal, como
essas de leite em pó, por exemplo.







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